Nokia 5.3: feito no Brasil (de novo)

Nokia 5.3: feito no Brasil (de novo)

RESUMO

HMD Global anuncia o smartphone Nokia 5.3, modelo intermediário e primeiro fabricado no Brasil pela companhia.

O lançamento hoje do Nokia 5.3 mostra que a HMD Global é séria com seu plano de expansão pelo Brasil. O novo smartphone parece ser bem melhor que o primeiro (Nokia 2.3, um telefone bastante básico) e já está sendo fabricado no Brasil em parceria com a Multilaser, na planta de Extrema (MG), como indica a embalagem do produto.

Nokia 5.3: o que importa

  • O Nokia 5.3 é um modelo intermediário que chega ao varejo pelo preço sugerido de R$ 1.899, disponível no site da marca e varejistas (Americanas.com, Magazine Luiza, Casas Bahia, Pontofrio, Pernambucanas, Carrefour, Mercado Livre e Amazon).
  • E é o primeiro smartphone da marca a ser vendido em operadoras. A Claro vai oferecer o produto na sua loja online (em suaves 21 parcelas de R$ 65,20 no Claro Pós 10GB).
  • Configurações: tela de 6,55″ (HD+) na proporção 20:9, chipset Qualcomm Snapdragon 665, 4 GB de RAM, 128 GB de armazenamento interno (expansão com microSD até 512 GB), bateria de 4.000 mAh.
  • Câmeras: quatro na traseira – 13 megapixels na principal (f/1.8), 5 megapixels na grande angular, 2 megapixels na macro e mais 2 megapixels no sensor de profundidade.
  • Cores: verde ciano e o belo cinza que recebi.
  • A câmera frontal tem 8 megapixels de resolução e fica em um notch do tipo “gota” sob a tela”. O leitor de digitais está localizado embaixo da câmera, na traseira.
  • Finalmente a Nokia começa a vender um smartphone com conector USB-C – e tem entrada para fone de ouvido também.
  • No lado direito, controle de volume e liga/desliga, no lado esquerdo a bandeja de SIM card/microSD e um botão para chamar o Google Assistente (a nova obsessão desnecessária presente nos Androids intermediários, né dona Motorola e LG?).
  • Sendo bem sincero, usei pouco o aparelho nos últimos três dias, mas gostei do que vi: é responsivo, rápido e a câmera não trava processando imagem por segundos como no Nokia 2.3. (ou congela geral). Parece um Moto G adaptado à nova realidade da Nokia (o design genérico de smartphones é algo impune para todas as marcas).
  • Na caixa, além de cabo USB-C e carregado, um fone de ouvido bem qualquer coisa e uma capinha plástica.
  • Vale notar a observação de “Dois anos de upgrades Android” na caixa do produto.
  • Diz a HMD Global no comunicado de imprensa: “O aparelho tem garantia de até dois anos de atualizações do Android e até três anos de atualizações mensais de segurança. Ele também virá pronto para Android 11. 
  • Bônus 1: o Nokia 5.3 é um dos smartphones usados no novo filme “Sem Tempo para Morrer”, que só será lançado em 2021. Mas não é o aparelho de James Bond (que usa um Nokia 8.3 5G), mas sim pela nova agente Nomi.
  • Bônus 2: junto ao Nokia 5.3, a HMD Global lança no Brasil o serviço de roaming de dados internacional HMD Connect (me pergunto quem viaja e usa roaming em tempos de pandemia). Estará disponível no Nokia.com, caso alguém se interesse.
  • Bônus 3: Além do Nokia 5.3, a HMD Global diz que também já vende e fabrica mais um superbásico, o Nokia C2. Preço sugerido: R$ 799.
  • Bônus 4: saudades das fábricas da velha Nokia.
Escrito por
Henrique Martin
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